Tirinha do poeta que desenha, o invés de escrever, Will.
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Orgulho dos pais(?)
6 de junho de 2012
Você cresce sendo corrigido daqui e dali, mas assim que completa a tão sonhada maior idade, faz o que bem entender, não é? As vezes fica rebelde, em outras, tem total consciência que seus pais precisam de ti mais que nunca e começa a correr atrás de trabalho ou passar em um concursinho publico e essas coisas. Mas a GRANDE maioria dos pais, não querem apenas que seus filhos tenham respeito no trabalho, ou que seja valorizado, eles querem é que os filhos sejam ricos, pois tem na mente, que vão se aposentar com menos idade, passar o restinho da vida viajando, só no luxo. Algumas vezes, o filho até encontra uma formula mágica para riqueza e ajuda os pais, outras vezes, ele encontra e vai curtir todo o dinheiro sozinho, ou melhor, com amigos e mulheres. Tem pais que o filho mal começa a andar firme, já coloca no futebolzinho de grama sintética e espalha para todos os amigos de trabalho que está investindo no filho, ops, investindo na aposentadoria.
Poucos são os pais que realmente querem que os filhos estudem, para que os filhos venham ser felizes, mas que ganhem menos de tantos mil. As vezes, os pais erram, por ensinar os filhos a pensar apenas no salário alto que se deve ganhar, mas na real, deveríamos aprender desde muito cedo, o quão bom é trabalhar com algo que gosta, mesmo que não venha te deixar rico. Mas ao menos, você acordar todos os dias cedinho com um largo sorriso no rosto, né?
Segue abaixo, uma tirinha não tão fidedigna ao texto, mas até que vale:
Tirinha do poeta que desenha, o invés de escrever, Will.
Tirinha do poeta que desenha, o invés de escrever, Will.
Feliz dia do Trabalhador
1 de maio de 2012
Sinceramente, nem sei porque estou escrevendo isso. Desde Outubro do ano passado que não trabalho fixo (de carteira assinada) em algum lugar. Confesso que já devo até ter desaprendido. Desses tempos para cá, sempre com coisas informais, onde tu tem menos dor de cabeça. E ver menos falsidade.
Mas fazer o que né? Tem gente que adora isso. Além do mais, a vida, de acordar todos os dias bem cedo, pegar um ônibus, se cansar no trânsito. Se cansar no trabalho. E tudo isso. Ficar lá por 8, 10 ou até 12 horas por dia, se estressar com o colega de trabalho. Com o chefe direto e até com o chefe que tu nunca vê direito, mas que está sempre lá, quando se é preciso que você faça alguma coisa, na qual você não foi contratado para fazer.
Agora vamos ao lado bom da coisa? Vamos!
Mas fazer o que né? Tem gente que adora isso. Além do mais, a vida, de acordar todos os dias bem cedo, pegar um ônibus, se cansar no trânsito. Se cansar no trabalho. E tudo isso. Ficar lá por 8, 10 ou até 12 horas por dia, se estressar com o colega de trabalho. Com o chefe direto e até com o chefe que tu nunca vê direito, mas que está sempre lá, quando se é preciso que você faça alguma coisa, na qual você não foi contratado para fazer.
Agora vamos ao lado bom da coisa? Vamos!
- Ganha salário fixo.
- Não precisa VOCÊ pagar o INSS, para que futuramente, se aposente.
- Não tem mais outras coisas.
- Chega.
- Releia.
Vamos ser bem sinceros? Se você tivesse pais RYCOS, você trabalharia? Não, né?
Quando você começou a pensar em trabalho, você pensou em trabalhar logo com o que gosta? Pelo salário? Pela necessidade de ajudar em casa, ou vontade de ser logo independente?
E aí, de boa, desabafe com o titio aqui, vai!? hahaha
Responda-me e interaja comigo, pelos comentários!
Proteja-se. Proteja o seu iPhone
28 de abril de 2012
Ia postar e mostrá-lo só como um acessório, mas não. Vamos tentar deixar um pouco mais útil!
"Composto por placa de aço de 1 polegada, o que deixa-o capaz de suportar um tiro de armas calibre 50. "
Recebi uma carta
29 de março de 2012
Ia tirar uma foto, mas ela está amassada!
E vamos começar, fui no shopping "almoçar" pois estava um tanto preguiçoso em cozinhar no dia de hoje. Na volta, fui na caixa do correio, pra ver se tinha algo novo. Tinha umas revistas e umas correspondências. Dentre estas, tinha uma que se destacou, algo que me pareceu bem secreto.
Esperei chegar em casa e abri logo. Fui lendo, até que senti um suave cheiro de treta. Aconteceu o seguinte: Enquanto lia a carta, tinha coisas do tipo "você acaba de ganhar" umas três vezes e isso, não é normal e nem confiável.
Terminei de ler e liguei pra lá, pois fiquei na dúvida sobre o que realmente era. A mulher me atendeu e disse que realmente eu tinha ganho um tal brinde, que era uma câmera fotográfica, ou um celular. Pronto. Fiquei feliz. Até que fui ver no Google como era o celular. Digitei lá o modelo do celular e da câmera e os dois, eram uns modelos bem antigos. Estilo ano de 2003, mais ou menos.
Aí me veio a cabeça, que ninguém. NINGUÉM mesmo, te daria algo bom, sem você ter que gastar um valor alto em seus produtos.
A vida é assim e pronto.
Dias, de real Guerra
12 de março de 2012
Os dias, já não eram tão claros como sempre foi. O sol, evitava nascer com todo vigor. Não sei o porque. As ruas, estavam paradas, não sei se era por causa de outras greves policiais, ou algo mais sério estaria por acontecer.
Já não sentia do pouco das pessoas, a plena vontade de viver, mas as que viviam, lutavam por isso. Fecho meus olhos e sinto o chão tremer, como se um monte de elefantes, resolvessem ter tirado o dia para se exercitar. Eram pessoas armadas. Fiquei apavorado, pois pensei em morrer ali mesmo, ou na melhor das hipóteses, que não sabia atirar. Um chega e deixa uma Glock g28 em minhas mãos. Senti o peso daquilo. Olhei para o hrizonte e percebi o porquê deles estarem correndo e fiz parte daquele grupo.
O objetivo começou a ser traçado. Corríamos, como se não houvesse mais outras oportunidades. O pessoal, se dissipou. Ficou comigo um cara, com uma aparência de ódio, o jeito bravo de segurar a arma, os olhos espremidos a todo momento, para ter melhor visibilidade em horizontal. O corpo suado de tanto correr.
Vimos um grupo, bem longíncuo. Pensei que seria outros, dos nossos. Mas esses, já não nos pertenciam. Começaram a correr atrás de nós. Eu, ainda não sabia do que se tratava, mas tratei de correr. Alguns, se aproximaram de nós, o outro colega, saiu em um outro caminho e eu? Me enfiei dentro de uma casa. O colega, voltou e abriu fogo para cima deles, por um breve tempo, ele fez muitos cairem, até que sua Colt M16A2 emperrou e ele voltou a correr. Os outros caras passavam e eu, burro, comecei a atirar. Mas logo, acabou as balas. Eles me olharam, uns 5 homens, começaram a me seguir. Corri por dentro da casa, entrei num quarto, abri uma janela grande, pulei-a em um só salto, nem sabia que lembrava como se fazia aquilo. E eles ainda correndo atrás de mim, dando tiros e eu desviando. Vi um breve campo, mas antes, uma casa, que em nível da que eu estava, era baixa. Pulei no telhado e comecei a correr entre os pontos firmes do telhado. Pulei e cai rolando no campo, eles pulavam, joguei minha arma em um deles e continuei a correr, até que esbarrei, com meu colega de novo. Ele fez o favor de dar fim a todos e continuamos andando. Ele vira e fala: Liguei para o meu patrão, o ônibus que estraguei, vai sair do meu bolso o conserto.
O celular vibra. Debaixo do travesseiro. O colchão, range e eu Docellão, percebo que tinha acabado de ter um sonho. Bastante agitado.
Já não sentia do pouco das pessoas, a plena vontade de viver, mas as que viviam, lutavam por isso. Fecho meus olhos e sinto o chão tremer, como se um monte de elefantes, resolvessem ter tirado o dia para se exercitar. Eram pessoas armadas. Fiquei apavorado, pois pensei em morrer ali mesmo, ou na melhor das hipóteses, que não sabia atirar. Um chega e deixa uma Glock g28 em minhas mãos. Senti o peso daquilo. Olhei para o hrizonte e percebi o porquê deles estarem correndo e fiz parte daquele grupo.
O objetivo começou a ser traçado. Corríamos, como se não houvesse mais outras oportunidades. O pessoal, se dissipou. Ficou comigo um cara, com uma aparência de ódio, o jeito bravo de segurar a arma, os olhos espremidos a todo momento, para ter melhor visibilidade em horizontal. O corpo suado de tanto correr.
Vimos um grupo, bem longíncuo. Pensei que seria outros, dos nossos. Mas esses, já não nos pertenciam. Começaram a correr atrás de nós. Eu, ainda não sabia do que se tratava, mas tratei de correr. Alguns, se aproximaram de nós, o outro colega, saiu em um outro caminho e eu? Me enfiei dentro de uma casa. O colega, voltou e abriu fogo para cima deles, por um breve tempo, ele fez muitos cairem, até que sua Colt M16A2 emperrou e ele voltou a correr. Os outros caras passavam e eu, burro, comecei a atirar. Mas logo, acabou as balas. Eles me olharam, uns 5 homens, começaram a me seguir. Corri por dentro da casa, entrei num quarto, abri uma janela grande, pulei-a em um só salto, nem sabia que lembrava como se fazia aquilo. E eles ainda correndo atrás de mim, dando tiros e eu desviando. Vi um breve campo, mas antes, uma casa, que em nível da que eu estava, era baixa. Pulei no telhado e comecei a correr entre os pontos firmes do telhado. Pulei e cai rolando no campo, eles pulavam, joguei minha arma em um deles e continuei a correr, até que esbarrei, com meu colega de novo. Ele fez o favor de dar fim a todos e continuamos andando. Ele vira e fala: Liguei para o meu patrão, o ônibus que estraguei, vai sair do meu bolso o conserto.
O celular vibra. Debaixo do travesseiro. O colchão, range e eu Docellão, percebo que tinha acabado de ter um sonho. Bastante agitado.

















